No dia 26 de dezembro de 2008, o Movimento Cultural Viva Irará reunido em Assembléia Geral elegeu a sua nova diretoria para o mandato 2009/2010, ficando composta da seguinte forma:
Conselho Administrativo:
Titulares:
Rafael Oliveira Fontes – Presidente
Sério Nogueira Ramos
Diógenes Gonçalves Barnosa
Lúcia Pereira de Santana
Edy Oliveira Sillmann
Suplentes:
Gina Maia Portela
Fábio Calixto
Loaci Dias da Cruz
Conselho Fiscal:
Titulares:
Miriam Santana Benevides
José Carlos Pereira de Santana (Kau)
Antonio Luiz dos Santos
Suplentes:
José Bonifácio Nogueira Ramos
Lígia Assis Santana
Olívia Roberta L. Silva
Diretoria Executiva:
Dilma Leão Vasconcellos – Diretora
Cristina Guimarães – Tesoureira
Maria Luiza Pereira de Jesus (Profª Lula) – Secretária
sábado, 3 de janeiro de 2009
Esclarecimentos sobre a "inauguração" da Igreja da Caroba.
O Movimento Cultural Viva Irará, devido aos últimos acontecimentos acerca do processo de Intervenção Emergencial e "inauguração" da Igreja de Nossa Senhora do Livramento da Caroba, vem a público esclarecer os seguintes fatos:
24/05/2002 – Dr. Aristeu Nogueira encaminhou oficio ao IPAC (Instituto do Patrimônio Artístico e Cultural da Bahia), com documentos, solicitando tombamento e restauração da igreja.
MAIO E OUTUBRO/2003 – O Movimento Cultural Viva Irará entrou na luta, encaminhando oficio ao IPAC também solicitando o Tombamento da Igreja. Neste mesmo oficio constava um pedido de socorro para salvar a Igreja da Caroba, ameaçada de cair.
2004 – O Viva Irará e alguns moradores da Caroba promoveram evento/festa com bingo, leilão, barraca de comidas e bebidas para angariar fundos para conserto imediato na Igreja e impedir o seu desabamento, mas os recursos arrecadados foram insuficientes. Foi feita então uma poupança conjunta entre o Associação Comunitária Local e o Viva Irará.
05/05/2005 - O Viva Irará e a Associação Comunitária local mais uma vez solicitaram intervenção do IPAC. O arquiteto José Adolfo Roriz realizou uma inspeção na igreja e produziu relatório técnico e orçamento para a restauração do imóvel.
11/07/2005 - O Viva Irará recebeu do IPAC a resposta com valor de orçamento e relatório. Em contato pessoal foi informado ao Viva Irará de que o IPAC não dispõe de verba custear a reforma.
Junho/2007 - O Viva Irará e a Associação Comunitária Local encaminharam um oficio ao novo Diretor do IPAC relatando os fatos até ali ocorridos e solicitando atualização do projeto de restauração e um orçamento para uma intervenção emergencial.
Julho/2007 - Voltou a Irará o arquiteto do IPAC, José Adolfo Roriz – o mesmo de 2005. Foi feita nova inspeção da igreja e atualização do projeto de restauração.
08/08/2007 - O Viva Irará fez uma caminhada pelas ruas da cidade para convocar os habitantes a participarem da luta pela restauração da Igreja da Caroba. Antes foi feito um trabalho de conscientização nas escolas do município.
Fevereiro/2008 - O Viva Irará recebeu relatório do IPAC com proposta de intervenção emergencial solicitada. Foi convocado um pedreiro e um carpinteiro. A Proposta foi transformada em orçamento no valor de R$5.500,00. O orçamento foi entregue à Prefeitura, solicitando que a mesma assumisse os referidos custos, para que as obras de emergência fossem feitas antes das chuvas de inverno.
Março/2008 - Passadas três semanas, sem resposta da Prefeitura, e devido às fortes chuvas que caíram, o Viva Irará e a Associação Comunitária local, retiraram o dinheiro da poupança, no valor de R$ 1.747,58 e compram parte do material necessário para a obra de emergência, principalmente a madeira.
A outra parte foi obtida através de doações de pessoas de Irará (Eduardo Portela, Adriano Paes coelho, Dr. Deraldo Portela e Sra. Salvadora (Dora)). Uma vez adquirido todo o material necessário, o Viva Irará foi procurado pela prefeitura que resolveu assumir a mão de obra (R$2500,00 valor estimado no orçamento).
Uma vez que o Viva Irará conseguiu a doação do material necessário para a intervenção emergencial e que a prefeitura assumiu a mão-de-obra, o Viva Irará comunicou ao IPAC, o qual enviou a Irará um arquiteto (José Adolfo Roriz) e um mestre-de-obras (Sr. Suzart) para iniciarem as obras.
Dessa forma, o Movimento Cultural Viva Irará, quer deixar claro que o processo de intervenção emergencial da igreja da Caroba foi uma ação em conjunto do mesmo e da comunidade, cabendo apenas, ao poder publico municipal o pagamento da mão-de-obra.
Vale, também, esclarecer que a intervenção realizada na referida igreja não foi uma restauração, uma vez que a mesma sequer é tombada – o que é de obrigação do Poder Publico Municipal. Dessa forma, faz-se urgente o encaminhamento à Câmara Municipal um projeto de lei que torne aquele imóvel, oficialmente, um patrimônio histórico municipal, para que posteriormente este possa ser tombado e o IPAC possa cuidar de seu restauro.
Por fim, o Movimento Cultural Viva Irará reafirma o seu compromisso com a cultura e a história do nosso povo e que lutará até o fim pela preservação do nosso patrimônio histórico, artístico e cultural.
24/05/2002 – Dr. Aristeu Nogueira encaminhou oficio ao IPAC (Instituto do Patrimônio Artístico e Cultural da Bahia), com documentos, solicitando tombamento e restauração da igreja.
MAIO E OUTUBRO/2003 – O Movimento Cultural Viva Irará entrou na luta, encaminhando oficio ao IPAC também solicitando o Tombamento da Igreja. Neste mesmo oficio constava um pedido de socorro para salvar a Igreja da Caroba, ameaçada de cair.
2004 – O Viva Irará e alguns moradores da Caroba promoveram evento/festa com bingo, leilão, barraca de comidas e bebidas para angariar fundos para conserto imediato na Igreja e impedir o seu desabamento, mas os recursos arrecadados foram insuficientes. Foi feita então uma poupança conjunta entre o Associação Comunitária Local e o Viva Irará.
05/05/2005 - O Viva Irará e a Associação Comunitária local mais uma vez solicitaram intervenção do IPAC. O arquiteto José Adolfo Roriz realizou uma inspeção na igreja e produziu relatório técnico e orçamento para a restauração do imóvel.
11/07/2005 - O Viva Irará recebeu do IPAC a resposta com valor de orçamento e relatório. Em contato pessoal foi informado ao Viva Irará de que o IPAC não dispõe de verba custear a reforma.
Junho/2007 - O Viva Irará e a Associação Comunitária Local encaminharam um oficio ao novo Diretor do IPAC relatando os fatos até ali ocorridos e solicitando atualização do projeto de restauração e um orçamento para uma intervenção emergencial.
Julho/2007 - Voltou a Irará o arquiteto do IPAC, José Adolfo Roriz – o mesmo de 2005. Foi feita nova inspeção da igreja e atualização do projeto de restauração.
08/08/2007 - O Viva Irará fez uma caminhada pelas ruas da cidade para convocar os habitantes a participarem da luta pela restauração da Igreja da Caroba. Antes foi feito um trabalho de conscientização nas escolas do município.
Fevereiro/2008 - O Viva Irará recebeu relatório do IPAC com proposta de intervenção emergencial solicitada. Foi convocado um pedreiro e um carpinteiro. A Proposta foi transformada em orçamento no valor de R$5.500,00. O orçamento foi entregue à Prefeitura, solicitando que a mesma assumisse os referidos custos, para que as obras de emergência fossem feitas antes das chuvas de inverno.
Março/2008 - Passadas três semanas, sem resposta da Prefeitura, e devido às fortes chuvas que caíram, o Viva Irará e a Associação Comunitária local, retiraram o dinheiro da poupança, no valor de R$ 1.747,58 e compram parte do material necessário para a obra de emergência, principalmente a madeira.
A outra parte foi obtida através de doações de pessoas de Irará (Eduardo Portela, Adriano Paes coelho, Dr. Deraldo Portela e Sra. Salvadora (Dora)). Uma vez adquirido todo o material necessário, o Viva Irará foi procurado pela prefeitura que resolveu assumir a mão de obra (R$2500,00 valor estimado no orçamento).
Uma vez que o Viva Irará conseguiu a doação do material necessário para a intervenção emergencial e que a prefeitura assumiu a mão-de-obra, o Viva Irará comunicou ao IPAC, o qual enviou a Irará um arquiteto (José Adolfo Roriz) e um mestre-de-obras (Sr. Suzart) para iniciarem as obras.
Dessa forma, o Movimento Cultural Viva Irará, quer deixar claro que o processo de intervenção emergencial da igreja da Caroba foi uma ação em conjunto do mesmo e da comunidade, cabendo apenas, ao poder publico municipal o pagamento da mão-de-obra.
Vale, também, esclarecer que a intervenção realizada na referida igreja não foi uma restauração, uma vez que a mesma sequer é tombada – o que é de obrigação do Poder Publico Municipal. Dessa forma, faz-se urgente o encaminhamento à Câmara Municipal um projeto de lei que torne aquele imóvel, oficialmente, um patrimônio histórico municipal, para que posteriormente este possa ser tombado e o IPAC possa cuidar de seu restauro.
Por fim, o Movimento Cultural Viva Irará reafirma o seu compromisso com a cultura e a história do nosso povo e que lutará até o fim pela preservação do nosso patrimônio histórico, artístico e cultural.
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